Observatório Alviverde

19/11/2017



Não obstante a antecipação da vaga direta na Libertadores/18 e a luta, agora, pelo vice-campeonato brasileiro, considero monótono este fim de ano para o Palmeiras.

Claro que tudo tem a ver com os títulos que Mattos, Cícero, Gagliote e Cuca, sobretudo Mattos, por absoluta falta de visão profissional, doaram ao Curica em 2017. 

Nunca, jamais e em tempo algum da história do Palmeiras foi tão fácil disputar um título, ganhar um título... 

Tanto foi que o Curica, ostentando um dos times mais fracos e limitados de sua história, ganhou o Paulistão e o Brasileiro, este com três rodadas de antecedência. 

Na verdade, Mattos, Cícero, Gagliote e Cuca, abusaram de errar neste 2017 que vai chegando ao fim. 

Essa "tchurma" fez questão absoluta de remar para trás e contra os interesses do clube levando-o, de favorito às conquistas, à incômoda situação (primeiro) de mero postulante e, depois, de simples participante.

Apesar de, neste momento, o clima e o próprio ambiente reinantes no Palmeiras, serem outros, muito diferentes daqueles da temporada passada, ainda assim não consigo me tranquilizar.

O fato é que fico me atormentando esperando, muitas das vezes, pelo pior, sobretudo porque um fato vem tomando corpo e se destacando...

A indecência turca, digo, a eminência turca está arregaçando as mangas e partindo com tudo para destruir o que colide com os seus interesses inconfessos. Fico muito preocupado com as consequências que possam advir de tudo isso.

Uma das exigências dessa ridícula e controvertida figura é a dispensa imediata e sumária de Mattos e Cícero, revertendo o departamento de futebol palmeirense à velha condição de amadora, incompatível com os ditames do futebol profissional.

Não que eu morra de amores pela dupla que comanda o futebol palmeirense...

Sei, perfeitamente que, do ponto de vista administrativo, Mattos e Cícero têm se revelado fracos...

A competência de ambos, verdade seja dita, só tem se manifestado quando do fechamento de negócios...

Não apoio Mustafá que os quer ver pelas costas, porque entendo que as dispensas sumárias dos dois atuais diretores, além de um retrocesso administrativo e de um passo atrás, retira a aura de profissionalismo que tem caracterizado essa função no Palmeiras.

Reparem que desde que profissionalizou o seu departamento de futebol, o Palmeiras não deixou nunca mais de estar na prateleira de cima no conceito dos campeonatos, taças e torneios que tem disputado, ininterruptamente!
   
É preciso que continue assim, você não acha?

Agora, uma informação importante divulgada pelo jornal "O Tempo" de Belo Horizonte em sua edição deste sábado:

(sic) 

"O Palmeiras  quer contar com Marcos Rocha (lateral direito do Galo) para a próxima temporada.  Ele foi oferecido por empresários ao time paulista, que não deseja fazer um alto investimento para contar com o reforço em 2.018.

A aposta do Palmeiras para convencer o Atlético a liberar seu atleta, são as boas moedas de troca. De acordo com informação recebida pelo SUPER F.C. o Palmeiras quer oferecer  ao menos dois nomes pouco aproveitados na temporada, para o Galo ceder o lateral.

De acordo com a informação recebida pela reportagem, o Atlético já estava de olho no elenco do Palmeiras  e considera que o clube paulista conta com nomes jovens que agradam como Raphael Veiga, Eric e Juninho que são nomes que agradam o clube mineiro.

Arouca é outro nome que já esteve na lista de reforços do Atlético no começo da temporada, principalmente do interesse do então técnico do time mineiro, Róger Machado. Arouca pouco jogou em 2.017".

Você considera um bom negócio a troca desses jogadores (Raphael Veiga, Eric, Juninho e até Arouca) pelo lateral direito atleticano Marcos Rocha?

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